O Filho do Carpinteiro – poemas escolhidos

tradução e selecção: Hugo Miguel Santos

A.E. Housman dizia de si próprio: «Não sou poeta. Considero-me um classicista que escreve ocasionalmente uns versos.» Contudo, esta sua modéstia não impediu que fosse admirado pelos maiores poetas do século XX, como T.S. Eliot, W.H. Auden ou Philip Larkin. A sua importância e influência foi sendo reconhecida, mas a sua obra carecia de uma antologia em língua portuguesa. O Filho do Carpinteiro, traduzido por Hugo Miguel Santos, é a apresentação necessária ao reconhecimento deste poeta.

UM EPITÁFIO

Pára, se quiseres, ó transeunte:
A noite aproxima-se; de nada vale falar.
Já não suspiro, não coro, não enlaço o rosto,
Já nem me atormenta o mal que Deus me fez.
Aqui, neste bálsamo para tantas febres achadas,
Febres de um mal antigo, durmo para sempre.

autor/a
editora
ano de publicação 2025
n.º de páginas 168
género: Poesia

17,75 

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